Categoria: TV

No cinema: Malévola – Dona do Mal (sem spoiler)

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Ontem  a estréia de Malévola Dona do Mal. O segundo filme é ainda melhor do que o primeiro, pois não deixa de ser um filme estilo conto de Fadas, porém é muito bem produzido e prende o espectador do início ao fim.

Angelina Jolie segue impecável na pele de Malévola e dessa vez divide a atenção do filme com a maravilhosa Michelle Pfeifer. Na pele da Rainha ( e sogra de Aurora) ela apronta poucas e boas e conspira até mesmo contra a própria família para poder mostrar seu poder e impedir a paz de reinar no mundo.

Angelina está linda,como sempre, mas o que chama atenção também é além do rosto lindo da atriz e os lábios no indefectível batom vermelho, são os vestidos usados por ela. Cada ocasião traz um modelito (sempre preto) mais deslumbrante que o outro. Meu preferido é o vestido que ela usa no casamento de Aurora!

Roteiro impecável, figurino lindíssimo e aquela sensação de que o filme é ficção, mas bem poderia ser real, é o que se pode esperar de Malévola Dona do Mal.Merece 🍊🍊🍊🍊 laranjinhas.

🎞️Onde assisti:

@cinemarkoficial no Bourbon Wallig , sala IMAX. Foi em 3D. Eu nunca tinha assistido filme na sala IMAX e achei incrível. A tela é enorme, a disposição das cadeiras é perfeita e o som é incrivelmente bem regulado. Eu detesto som alto demais e ontem fiquei encantada com essa sala principalmente por isso. Recomendo! .

No cinema: Hebe- A estrela do Brasil

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Eu sempre fui fã de Hebe. Quando era criança, minha família só tinha uma tv em casa- a da sala. E lá todos nós olhávamos TV juntos. Na segunda feira, era o dia que a minha mãe ver a Hebe. E eu estava lá, mesmo ela me mandando ir deitar porque estava tarde. Adorava os figurinos e quando ela recebia Thalia no palco. Abafa a idade!

Na terça  fui ao cinema assistir o filme Hebe, a estrela  do Brasil e achei estranho ter só mais uma pessoa na sala, além de eu e o marido. Mas continuei sentadinha esperando, afinal silêncio no cinema é sempre bom.

O que achei do filme?

Trata temas importantes e ainda muito atuais,que já  defendidos por Hebe há muito tempo em seus programas. Fala da presença de trans e homossexuais em programas de TV, da censura que ela sofreu por falar o que pensava, do casamento com Lélio e o machismo e  ciúme que ela tinha que enfrentar na vida pessoal. Aborda também a vida com seu filho Marcelo e o seu fiel escudeiro Cláudio, sobrinho da apresentadora.

O filme tem começo,parece que vai ser bom nos primeiros 30 minutos. Mas dali não desenrola e o filme não tem meio e nem final. Acaba da forma mais inexplicável possível e é estranho, vazio. Uma pena porque elenco,figurino, atuação, caracterização e sonoplastia são impecáveis.

Andréa Beltrão está fantástica como Hebe. Trejeitos, vocabulário,sorrisos e olhar. Está mais do que perfeita. O restante do elenco torna-se coadjuvante perto do talento de Beltrão e ainda assim todos são extremamente talentosos. Deixaram a rainha brilhar. O filme foi realmente Hebe, da primeira a última cena.

O destaque especial é o figurino, rico em detalhes tanto nas roupas, quanto nas jóias que eram a paixão de Hebe e sua marca registrada.

Onde assisti?

No Cinemark Bourbon Wallig em Porto Alegre. Sala confortável e bom som. Recomendo também. Ah, tem meia entrada para todos, de segunda a quinta feira! Fica a dica!

E o filme, se tu gosta de Hebe, vai ver. Mas acho que poderia ter meio e fim. Quem sabe uma continuação?

Beijo