Categoria: cultura

Quinta temporada de House of Cards

Passei aguardando o dia 30 de Maio ansiosamente desde que virei uma louca por Netflix. Assisto vários seriados como The Flash, Arrow, El Patrón del mal e outros, mas nenhum me cativou mais do que House Of Cards. Desde o final de Revenge nenhum seriado me deixou tão aficionada e louca para assistir quanto esse!

Estou ansiosa para ver o desfecho das novas eleições, quais as estratégias e jogadas de Underwood e sua esposa para permanecerem na Casa Branca. Doug retornou e eu também acho essa parceria muito bacana, que pode render uma trama ainda mais bacana para a série.

O site Adoro Cinema já assistiu a série e fez uma análise, sem spoiler, dizendo que os primeiros episódios desta quinta temporada são mais longos e um pouco cansativos. Já da segunda metade para o final, o pessoal disse que vai ser impossível não querer fazer uma maratona e olhar tudo de uma vez para saber o final.

A temporada começa com um funeral e eu não consigo entender quem é que morreu, pois deve ser alguém importante, já que recebeu honras militares e o presidente foi ao velório. Eu aposto que foi Jackie Sharp e vocês?

Nesta temporada vai dar pra notar que a Claire já está tão importante quanto Frank e ela vai dar ritmo e dividir com ele as cenas mais importantes. Entendo que o seriado está leve perto do nosso cenário atual de política e às vezes até me pergunto se o seriado é inspirado na política brasileira. Tem escândalo na política do mundo todo, mas parece que nosso país se esforça em ficar entre os países mais corruptos do mundo.

Aguardo ansiosa amanhã e sou bem capaz de esperar dar meia noite pra ver se já estará disponível para assistir. #soudessas HAHAHA!

Vocês também são fãs de HOC?

Jana por aí: Sushi-O

É “o” sushi!
Se tem uma coisa que faz meu coração bater mais forte nessa vida, e para a qual eu nunca digo não,  é comida japonesa. Como eu amo!


Foi amor ao primeiro combo, quando comi em São Paulo lá por 199e algo, num lugar que, desculpa, não lembro o nome, mas era tipo um fastfood de sushi, ou seja, não era um restaurante, mas sim  um lugar que tu pedia um combo e levava para comer em casa, no meu caso no Hotel Othon. Quando botei na boca aquele bolinho de arroz com aquele “negocinho” enrolado na volta e um pedacinho de peixe cru dentro, me apaixonei na hora, amei sushi imediatamente.

Fiquei todo aquele feriado me alimentando somente daquela maravilha que eu recém tinha descoberto.
Aí bateu aquele pânico de voltar para Porto Alegre e saber que aqui não existia sush. Até existia, mas eram somente dois restaurantes , onde meu anoréxico salário de estagiária não permitia frequentar. E de repente,  como se o universo tivesse ouvido meus choros e lamentações gastronômicas, começou a pipocar muitos restaurantes de comida japonesa em Porto Alegre! Obaaa!

Bem,  mais ou menos, né? Só testando, experimentando, perguntando para os amigos que tal esse ou aquele sushi, porque hoje temos sim, muitas opções mas nem todas valem a possível dor de barriga no dia posterior. Sim, meus amigos, sushi é  cru e altamente manipulado, não dá pra comer em qualquer birosca.

Primeiro vou comentar sobre um sushi que me decepcionou muito, o da Banca 40 que fica ali na Padre Chagas. Para os estrangeiros e não nativos desse solo rio-grandense, saibam que a Banca 40 do mercado público de Porto Alegre, é muito tradicional. Era famosa pelo seu sorvete com nata batida, que me traz deliciosas memórias da infância, somente memórias mesmo, pois hoje em dia o sorvete é aguado e a nata batida nem chega perto da que eu comia quando pequena. Mas ok, vamos falar do sushi da Banca 40. É ruim, bem ruim. Desculpa aí se você é fã ou cliente, mas não dá para comer aqueles sushis. O buffet tem preço atrativo e popular, mas muito arroz, e pouco peixe, mas vai que você ame arroz né? Então experimenta lá. Mas se você for entusiasta de comida japonesa, mantenha-se afastado.


Então, devido a essa minha obsessão com peixe cru enrolado em algas, entrei num grupo do Facebook chamado “Sushi Porto Alegre” e vi que muitas pessoas postavam sobre um tal Sushi-O na Cidade Baixa. Confesso que fiquei super desconfiada de ser publipost, porque eram elogios demais, e tenho uma certa antipatia por tudo que é muito da moda ou badalado, sabe?

Daí chamei uma amiga que também gosta de sushi (nada de torturar seu amigo que ama uma picanha carregando a pessoa para um japa, é muito feio isso e não contribui em nada para a tão sonhada paz mundial), e fomos, eu e a amiguinha para o Sushi-O, logo de cara fomos recebidas com muita cordialidade e educação, era segunda-feira, estava bem tranquilo. O ambiente é simples sem aquelas manjadas lamparinas orientais penduradas por tudo, o que já me traz um certo conforto espiritual.

Como eu estava no meu estado normal, ou seja, morrendo de fome, pedi a sequência deles, e uma saquerinha de morango. Saquerinha deliciosa, aliás! Já o sushi,primeiro veio um Shimeji puxadinho na manteiga e creio que com shoyu, uma berinjela recheada com salmão e empanada, e uns sushis diferentes que eu não sei nomear, mas adorei.

Depois o garçom, muito educado, me trouxe um barquinho lindo, que fez minhas pupilas dilatarem na hora, tamanha a belezura do prato. Sim, como boa glutona, eu como com os olhos. Vieram diversos tipos de sushis,niguiris, gunka, sashimi.  As lâminas de sashimi eram bem generosas, e sim, tem repeteco de tudo o que você quiser! Eu saí de lá quase sem respirar de tanto comer. O preço é bem amistoso, e pela qualidade, muito honesto também: R$64,90 feminino e R$69,90 masculino, preço para noite. O Sushi-O abre ao meio dia, e os preços são mais baixos.

Enfim, minha experiência no Sushi-O eu classifico com nota 10. Atendimento ótimo, ambiente clean, sushi de qualidade, bem servido e muito saboroso! Virei fã! E mal posso esperar para testar a sequência do almoço deles.

AH! Minha amiga não estava com fome e pediu A la carte, também tem esta opção para quem não quer navegar num barco lotado de delícias!

Vai lá, segue o endereço: Sushi-O, Av Lima e Silva., 256, Cidade Baixa, Porto Alegre.

Até a próxima dica!

JANAINA ZORZATO, FUNCIONÁRIA PÚBLICA, GAÚCHA NÃO PRATICANTE, COLORADA POR OSMOSE, METIDA A MAROMBEIRA, E COM UM LADO DONA BENTA

Dicas sobre bares, baladas e viagens: Jana

Bem, então a Priscila teve a  ideia de me convidar para escrever uma coluna no blog dela sobre lugares que frequento e curto. Uma das piores ideias que ela já teve, coitada! Mas enfim, como diz aquele ditado: cuidado com o que você pede pois pode conseguir. E ela conseguiu.

Expliquei para a Priscila que tenho uma vida bem corrida, e que não conseguiria escrever com regularidade. Se ela aceitasse textos eventuais e com periodicidade de: sabe-se lá quando, eu toparia. A louca aceitou e eu também.
Portanto, primeiro quero deixar claro que não sou entendedora de bares, restaurantes, comidas, não sou sommelier de coisa nenhuma, não me formei em turismo nem em artes culinárias, enfim, sou uma pessoa como você: que gosta de comer, beber e dar umas bandas por aí.

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Moro em Porto Alegre, uma cidade, que falem bem, falem mal, tem sim, muita coisa para fazer, ver e …oba! comer e beber!
Às vezes ando por alguma rua que fazia tempo que não circulava por ela, e…pimba! um bar, bistrô, ou boteco novo. Aliás…atenção com a palavra BOTECO, que também pode ser substituída por ARMADILHA. Nos “botecos” de hoje tu vai pagar 30 pila por uma caipirinha e uns 50 pila por uma porção de bolinho de arroz. Deturparam o boteco, meu povo! Cadê o governo?

Minha família inteirinha é de italianos, portanto, toda a minha existência desde que eu era um óvulo loirinho de olhos azuis, até hoje que sou uma adulta loira(obrigada L’oreal, te amo!), foi permeada, adivinha pelo que? Sim! Comida! Ah, a comida…quem não tem uma relação quase doentia de amor e ódio com a bendita da comida? Eu tenho e muito. Adoro quando eu ataco ela e odeio quando vejo os estragos que ela faz no meu abdômen.

Minha mãe cozinha muito bem, meu pai assava um churras nota 100, e meu irmão cozinha muito bem, e eu tenho lá meus dons de dona Benta. Portanto, não é qualquer molho de sachê com miojo que faz meus olhos brilharem. Eu gosto de comer e sei do que eu gosto, ou não.
Beber também é algo que mantém a vida adulta um tiquinho menos insuportável, né? E comida e bebida se complementam. Confesso que no meu dia a dia, minha bebida principal é água mesmo, assim, pura, sem bolinhas, bem sem graça, inclusive nas principais refeições. Mas claro, adoro uma cerveja artesanal, espumante, vinho, suquinhos, enfim, coisas líquidas.

Hum…  Eu gosto de tanta coisa, já fui em tantos e tantos lugares legais que nem sei por onde começar. Ou sei sim, vou começar por dois bares não muito conhecidos em Porto Alegre, mas que me cativaram logo de cara: O Infiel e o Bier Keller.
Aguardem!

IMG-20170404-WA0000Janaina Zorzato, funcionária pública, gaúcha não praticante, colorada por osmose, metida a marombeira, e com um lado Dona Benta.

Pri Por Aí: Pizzaria Temática Cara de Mau- Gramado/RS

1de98c20e6122e4c820991f4d063181c_LSe tem uma cidade que eu sou apaixonada, é Gramado. Se eu tivesse como, juro que me mudava pra lá, sem titubear! Então, é normal que uma vês por mês, eu vá passear por lá, ir em lugares que ainda não fui ou visitar os que gostei. No início do mês de Março , fui novamente e aproveitei para ir na famosa Pizzaria Cara de Mau, que é temática, tem piratas e o interior lembra um navio.

As pessoas me falavam super bem dela, mas os comentários em sites se dividiam entre positivos e negativos, ainda assim, resolvi tirar minhas próprias conclusões. Chegamos às 21h e damos o nome na portaria. Era um sábado e estava cheio, tinha fila de espera. Até aí normal, eu já sabia que era bem movimentado e que se esperava até 2h na fila. Dei meu nome e fui dar uma volta nas lojas e voltei depois. 1h15 após dar o nome fomos chamados a entrar. É bem organizado o sistema de reservas da entrada, achei bem interessante.

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Na entrada, já achei o lugar bonito, tudo lembra um navio, e os sofás para sentar em volta das mesas são bem confortáveis. Rapidamente vem um garçom com roupas de pirata (todos usam!) e nos explica como funciona a pizzaria, que atende sistema de rodízio. Um pequeno barril fica em cima da mesa, onde se vira um lado e aparece  “pizza salgada” e do outro “pizza doce”, assim facilita os garçons virem servindo as mesas.

As pizzas são boas?

Li no Trip Advisor que eles tinham 63 sabores de pizzas, mas nas duas horas em que fiquei lá dentro, não passou mais de 06 sabores na minha mesa. Foi bem demorado o intervalo entre uma pizza e outra, o que achei bem ruim, dado o valor alto do rodízio.Já dos recheios, achei as pizzas bem recheadas, de modo geral. Comi 5 fatias nesse intervalo de tempo e achei ‘ok’. Nada demais, em relação a outras pizzarias boas que já frequentei.

Pizzas simples como strogonoff, frango com catupiry e calabresa não passaram pela nossa mesa.  Vieram duas outras variações de frango, milho, acho que camarão e duas doces. Elas vinham outras vezes. Mesmos sabores.

E o atendimento?

O que mais passou na mesa e que eu acho de fato constrangedor, é o caneco de gorjetas, que um dos garçons passa colocando em cada mesa, e quando alguém dá gorjeta, ele grita o nome da cidade da pessoa que deu e todos os piratas comemoram. Essa gorjeta é opcional, mas ficar vindo na mesa de 15 em 15 minutos com o caneco é incômodo e constrangedor.

Os garçons são bem atenciosos, trazem a bebida rapidamente e eu acabei virando refrigerante na mesa e prontamente o moço resolveu tudo. Trocam os pratos e garfos com bastante agilidade e como são vários, é bem rapidinho para virem na mesa quando solicitados.

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O ambiente

Lá é bem animado, a luz baixa com música animada e o show à parte fica por conta do Jack Sparrow, e o ator contratado além de parecido com o do filme, encarna o personagem e seus trejeitos o tempo todo. Muito gentil, passa de mesa em mesa, tirando fotos com adultos e crianças e dança bastante na hora da “balada do Pirata” que é a hora mais animada da Pizzaria, certamente.

O preço

O rodízio por pessoa custa R$ 63,00 e com as bebidas, minha conta e a do marido ficou em R$ 180. Não lembro se cobraram dez por cento, mas acho que sim. Eu não dei dinheiro na caneca da gorjeta, pois achei muito invasivo aquela caneca passando na minha mesa mais do que as pizzas.

Se eu voltaria? Sim. Pra ver se tenho uma percepção diferente, se vejo outros sabores de pizza e se sou melhor servida. Achei muito cara pelo que deixa de oferecer.  Fiquei desapontada.

E vocês, já estiveram por lá? O que acharam?