Categoria: cultura

Opinião: O caçador e a Rainha de Gelo (The huntsman winter’s war)

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***NÃO CONTÉM SPOILER***

O filme é uma sequência do filme ” Branca de Neve e o caçador” e foi escolhido pra assistir hoje meio que por acaso mesmo, pois eu achei que a estreia de Guerra Civil era hoje, mas é só no dia 28. Como já estava no cinema, escolhi esse filme, pois tinha Emily Blunt e desde O Diabo Veste Prada, adoro assitir os filmes em que ela atua.

A Branca de Neve não aparece no filme, mas fala-se bastante nela. A rainha Ravenna (Charlize Theron) tenta de diversas formas não perder seu reino e literalmente é capaz de coisas mais do que cruéis para não perder o posto de rainha e de mais bela do reino. E realmente, convenhamos, Charlize está uma deusa nesse filme!

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Dando um show de atuação, a rainha Freya (Emily Blunt), tem uma perda irreparável e decide criar raízes longe da rainha Ravenna e ter um reino só pra ela. Lá, tudo é coberto pelo gelo e meio que uma versão de ação de Frozen, com um porém: neste reino é proibido amar.

E é aí que a poderosa guerreira Sara (Jessica Chastain) e o Caçador (Cris Hemsworth) entram em destaque, pois são os melhores guerreiros do reino de Freya e rola uma química e eles cometem o pecado mais grave daquele reino: apaixonam-se um pelo outro.

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Depois de muitas lutas, batalhas e uma reviravolta impressionante com direito a bastante ação, o filme torna-se ainda mais interessante em seu desfecho final, pois Freya apesar de ter o coração gelado, na verdade sente é inveja de quem pode amar. O motivo só descobrirá quem ver o filme, que eu super indico. Indico pra crianças a partir dos 12 anos, mas recomendo ver a classificação de idade antes, porque não achei na internet.

  • Gênero: Aventura
  •  Sara ( Jessica Chastain)
  •  O Caçador( Liam Hemsworth)
  • Freya (Emily Blunt)
  •  Ravenna (Charlize Theron)

O filme está um arraso no quesito figurino e maquiagem também. A pele impecável, os olhos bem maquiados de Charlize e os penteados de ambas as rainhas estão maravilhosos.

Fica a minha dica de programa para o final de semana, e aproveitem que o filme estreou hoje nos cinemas de todo o Brasil!

 

Opinião: A Bruxa (The Witch)

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Fui ver o tão falado filme que estreou essa semana, A Bruxa (The Witch) do diretor Roger Eggers, que recebeu o prêmio de melhor direção no Festival de Sundance. Estava cheia de expectativa, pois as críticas eram tão maravilhosas, queria levar susto, pois adoro filme de terror, mas não foi bem assim.

Se você gosta daquele terrror que te faz gritar no cinema, dar pulinhos na cadeira e ficar com o coração saindo pela boca, esqueça. O tipo de terror é outro, o psicológico. Desde o início, a mãe da família põe a culpa de todos os acontecimentos ruins na filha Thomasin (Anya Taylor-Joy).

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A história é de uma família fanática religiosa, que é expulsa de onde vive, e precisa ir morar perto de uma floresta, onde vivem distante de outros povoados. É lá nessa casa que começam a acontecer os problemas, que iniciam quando Thomasin está tomando conta do irmão bebê e ele some. Daí dá pra ver que a Bruxa o leva pra dentro da floresta e aí ‘já era’ o bebezinho.

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Daí, pra não contar muita coisa e acabar fazendo spoiller, a família fica colocando a culpa na irmã mais velha por tudo de ruim que lhes acontece. Eles são meio sinistros, rola um fanatismo cristão e no meio disso, também um pouco de mentiras e auto flagelamento, onde eles ficam se dizendo pecadores e coisas do gênero.

O filme tem uma fotografia bem escura e é bem ruim pra quem tem problemas de visão e esquece o óculos (como eu), a minha sorte é que a tela é gigante no cinema! Acredito que grande parte do filme tenha sido filmada com a luz natural de dias nublados e período noturno.

As cenas de uma quase possessão de uma das crianças não é nada demais, o que assusta mesmo são os dois gêmeos incansáveis que mesmo os irmãos morrendo, não param de brincar, pular e dançar. Chatíssimos, aliás!

Achei a trama lenta, não houve nada que me desse um medinho sequer, achei pesado, chato.Não acho que valeu nem o valor do ingresso. Estou sendo super sincera, como sempre.

O figurino e a atuação dos atores  são excelentes, o sotaque britânico encantador.

Desse filme, só ficou uma lição: o fanatismo religioso (de qualquer religião, que fique claro), pode levar ao fim da nossa família e da nossa vida. Deus não precisa de fanáticos, precisa de pessoas com boas atitudes.

A sala estava lotada ontem e a indignação ao  final do filme era visível. Todos esperavam mais!

É isso!

 

Opinião: O Regresso (The Revenant)

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No feriadão de carnaval, aproveitei que não viajei e fui assistir o  bem comentado filme “O Regresso”, que traz leonardo Di Caprio como Hugh Glass, papel que fez com que  Léo (fazendo a íntima!), fosse indicado ao Oscar. E digo mais: esse ano ele leva, pelo menos é a minha torcida.

Sobre o filme:

“1822. Hugh Glass (Leonardo DiCaprio) parte para o oeste americano disposto a ganhar dinheiro caçando. Atacado por um urso, fica seriamente ferido e é abandonado à própria sorte pelo parceiro John Fitzgerald (Tom Hardy), que ainda rouba seus pertences. Entretanto, mesmo com toda adversidade, Glass consegue sobreviver e inicia uma árdua jornada em busca de vingança.”

Minha opinião:

O filme é longo, tem 2h36. Mas deixa o espectador interessado do início ao fim. A fotografia do filme é de uma perfeição incrível, e  agrada muito. A trama mostra bem como era o comércio de peles de animais antigamente e sobre como alguns povos indígenas sofriam com isso em suas terras.

Leonardo Di Caprio está fantástico no papel, totalmente entregue ao personagem. Vê-lo em um papel maduro, com filho,com um ar mais envelhecido, foi encantador. Como o filme não é só ele, dou destaque também para os atores que contracenam com ele, fazendo o papel de filho e o Fitzgerald, que o abandona para morrer.

Nas cenas com o urso, por mais que tenham sido feitas com computador, estão muito bem feitas e realistas demais. Na real, dá uma aflição enorme, pois parece que ele realmente luta com o urso.


Recomendo o filme para quem gosta de histórias cheias de lutas, batalhas pela vida e com bastante ação, apesar do filme ser classificado como drama.

A sala do cinema estava com lotação máxima em todos os horários, então, a procura segue enorme. Fica a dica de um excelente filme!

Alguma de vocês já assistiu?

Opinião: Vai que cola- O Filme

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Em alguns cinemas os horários desse filme já estão escassos, mas aqui em Porto Alegre ainda é possível assistir em quase todos os cinemas. Em 2016 o blog volta com força total e também disponibilidade de minha parte, de fazer um conteúdo melhor. Mas a verdade é, que desde que meu pai morreu, eu ainda não aprendi bem o que fazer com meu tempo livre e acabo deixando algumas coisas pra depois, invés de fazer o que tanto gosto, que é blogar.

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Mas hoje vou falar de um filme que assisti há 15 dias, o Vai que cola- O Filme, que é inspirado na Sitcom que passa na TV. Um filme de cerca de uma hora e meia, que até lembra a série, mas é muito mais engraçado. Simplesmente uma comédia leve, nada pastelão, com situações do cotidiano, que foram tratadas de maneira divertida.

O melhor personagem, na minha opinião, é a Terezinha, personagem da atriz Cacau Protásio. Não tem como não rir quando ela está em cena. Sem falar que é bacana ver o grupo fazendo externas e se envolvendo em situações que saem do cenário.

Sinopse:

Após ser vítima de um golpe que roubou todo seu dinheiro, Valdomiro (Paulo Gustavo) se muda para a pensão da Dona Jô (Catarina Abdalla) no Méier, bairro localizado no subúrbio do Rio de Janeiro, onde pretende escapar da polícia. Para sobreviver, ele passa a vender quentinhas pelas redondezas. A situação muda mais uma vez quando Andrade (Márcio Kieling), seu ex-sócio, consegue fazer com que Valdomiro recupere sua cobertura no Leblon. Mas há um problema: como a pensão foi interditada pela Defesa Civil, Dona Jô e os demais moradores se mudam para a casa de Valdomiro.

Outra parte hilária do filme  é a paródia do vídeo da Luísa Marilac, feita pelo concierge! Espiem o trecho no vídeo abaixo!

Valeu super a pena, saí do cinema leve, faceira da vida, pois passei agradáveis momentos rindo com um filme nacional, de ótima qualidade.

Se tiver aí na sua cidade ainda, vale dar uma passada!