Jana por aí: Sushi-O

É “o” sushi!
Se tem uma coisa que faz meu coração bater mais forte nessa vida, e para a qual eu nunca digo não,  é comida japonesa. Como eu amo!


Foi amor ao primeiro combo, quando comi em São Paulo lá por 199e algo, num lugar que, desculpa, não lembro o nome, mas era tipo um fastfood de sushi, ou seja, não era um restaurante, mas sim  um lugar que tu pedia um combo e levava para comer em casa, no meu caso no Hotel Othon. Quando botei na boca aquele bolinho de arroz com aquele “negocinho” enrolado na volta e um pedacinho de peixe cru dentro, me apaixonei na hora, amei sushi imediatamente.

Fiquei todo aquele feriado me alimentando somente daquela maravilha que eu recém tinha descoberto.
Aí bateu aquele pânico de voltar para Porto Alegre e saber que aqui não existia sush. Até existia, mas eram somente dois restaurantes , onde meu anoréxico salário de estagiária não permitia frequentar. E de repente,  como se o universo tivesse ouvido meus choros e lamentações gastronômicas, começou a pipocar muitos restaurantes de comida japonesa em Porto Alegre! Obaaa!

Bem,  mais ou menos, né? Só testando, experimentando, perguntando para os amigos que tal esse ou aquele sushi, porque hoje temos sim, muitas opções mas nem todas valem a possível dor de barriga no dia posterior. Sim, meus amigos, sushi é  cru e altamente manipulado, não dá pra comer em qualquer birosca.

Primeiro vou comentar sobre um sushi que me decepcionou muito, o da Banca 40 que fica ali na Padre Chagas. Para os estrangeiros e não nativos desse solo rio-grandense, saibam que a Banca 40 do mercado público de Porto Alegre, é muito tradicional. Era famosa pelo seu sorvete com nata batida, que me traz deliciosas memórias da infância, somente memórias mesmo, pois hoje em dia o sorvete é aguado e a nata batida nem chega perto da que eu comia quando pequena. Mas ok, vamos falar do sushi da Banca 40. É ruim, bem ruim. Desculpa aí se você é fã ou cliente, mas não dá para comer aqueles sushis. O buffet tem preço atrativo e popular, mas muito arroz, e pouco peixe, mas vai que você ame arroz né? Então experimenta lá. Mas se você for entusiasta de comida japonesa, mantenha-se afastado.


Então, devido a essa minha obsessão com peixe cru enrolado em algas, entrei num grupo do Facebook chamado “Sushi Porto Alegre” e vi que muitas pessoas postavam sobre um tal Sushi-O na Cidade Baixa. Confesso que fiquei super desconfiada de ser publipost, porque eram elogios demais, e tenho uma certa antipatia por tudo que é muito da moda ou badalado, sabe?

Daí chamei uma amiga que também gosta de sushi (nada de torturar seu amigo que ama uma picanha carregando a pessoa para um japa, é muito feio isso e não contribui em nada para a tão sonhada paz mundial), e fomos, eu e a amiguinha para o Sushi-O, logo de cara fomos recebidas com muita cordialidade e educação, era segunda-feira, estava bem tranquilo. O ambiente é simples sem aquelas manjadas lamparinas orientais penduradas por tudo, o que já me traz um certo conforto espiritual.

Como eu estava no meu estado normal, ou seja, morrendo de fome, pedi a sequência deles, e uma saquerinha de morango. Saquerinha deliciosa, aliás! Já o sushi,primeiro veio um Shimeji puxadinho na manteiga e creio que com shoyu, uma berinjela recheada com salmão e empanada, e uns sushis diferentes que eu não sei nomear, mas adorei.

Depois o garçom, muito educado, me trouxe um barquinho lindo, que fez minhas pupilas dilatarem na hora, tamanha a belezura do prato. Sim, como boa glutona, eu como com os olhos. Vieram diversos tipos de sushis,niguiris, gunka, sashimi.  As lâminas de sashimi eram bem generosas, e sim, tem repeteco de tudo o que você quiser! Eu saí de lá quase sem respirar de tanto comer. O preço é bem amistoso, e pela qualidade, muito honesto também: R$64,90 feminino e R$69,90 masculino, preço para noite. O Sushi-O abre ao meio dia, e os preços são mais baixos.

Enfim, minha experiência no Sushi-O eu classifico com nota 10. Atendimento ótimo, ambiente clean, sushi de qualidade, bem servido e muito saboroso! Virei fã! E mal posso esperar para testar a sequência do almoço deles.

AH! Minha amiga não estava com fome e pediu A la carte, também tem esta opção para quem não quer navegar num barco lotado de delícias!

Vai lá, segue o endereço: Sushi-O, Av Lima e Silva., 256, Cidade Baixa, Porto Alegre.

Até a próxima dica!

JANAINA ZORZATO, FUNCIONÁRIA PÚBLICA, GAÚCHA NÃO PRATICANTE, COLORADA POR OSMOSE, METIDA A MAROMBEIRA, E COM UM LADO DONA BENTA

Delineadores Maybelline (em caneta): Master Graphic e Master Precise

Delineadores muito pretos fazem sucesso, pois quanto mais forte é a cor, mais o delineado se destaca e o traço fica evidente. Temos vários no mercado, mas opções em conta, com essas qualidades acima são difíceis de encontrar. Ou eram. É por isso que faço esse post, pra mostrar essas duas preciosidades da Maybelline.

 

O Master Graphic:

Tem traço mais intenso, grosso e é pra quem quer linhas mais marcadas e delineados mais dramáticos. Tem a ponta chanfrada, que permite fazer um traço médio mas intenso ou uma linha bem mais grossa com a cor bem intensa. Ele fica bonito em olhos maiores, pois os meus são pequenos e a pálpebra gordinha, ele cobre tudo. Mas achei uma ótima alternativa pra ele: passo em toda a pálpebra e faço de sombra super preta. Fica ótimo e fixa super bem. Mas se você tem talento para fazer delineados intensos, é uma boa pedida.

Ele tem duração aproximada de 12 horas e é o primeiro delineador do mercado com este tipo de ponta, segundo a fabricante.

O Master Precise:

Esse tem a ponta super fina, mas a cor é muito intensa também. Seca rápido igual ao Master Graphic, mas tem a ponta muito mais fina (0,4mm) e ao mesmo tempo fácil de passar nos olhos, proporcionando um traço bem perfeito e homogêneo. Ainda tem o benefício de ser à prova d’água.

Os delineadores podem ser encontrados facilmente em lojas de cosméticos físicas, online e nos quiosques da marca, espalhados pelos shoppings. O preço médio varia de R$ 32 a R$ 37 dependendo do lugar. Um valor bem em conta para um produto de qualidade bem superior.

Esse é o traço dos dois no meu braço, feito só para mostrar o preto bem intenso e também a diferença entre um tipo de traço e outro. Apesar do Master Graphic não ser à prova d’água, ele resiste tão bem quanto o Master Precise quando exposto à água e sabonete. Testei lavando duas vezes e ele custou a sair totalmente, só com demaquilante. Dura horas a fio e não sai com qualquer coisa, então já deixe seu demaquilante e sua água micelar à mão.

Mas se você quer um delineador com cor intensa, duradoura e que não custe muito, eis uma boa opção. Agora é só escolher se você quer a ponta fina ou a mais grossa!

Resenha: Vichy Idealia Dayproof Gel Creme Antiidade

Creminhos para a pele são sempre uma novidade boa, ainda mais quando a gente passa dos 30, né? Eu adoro e tenho vários, pois quero adiar as rugas o quanto mais eu puder, desde que não sacrifique minha saúde para isso. E os cremes faciais são uma ótima alternativa pra isso. Minha mãe me ensinou a usar cremes desde mais jovem, sempre adequados para a minha idade, mas por isso hoje não tenho rugas. Ainda não, pelo menos.

Hoje vou falar desse gel, o Idéalia Dayproof  da Vichy , que é pra nossa idade, algo entre 30 e 40 anos, pois nessa faixa etária, ele vai ajudar bastante a tratar e amenizar os primeiros sinais da idade e  manter a hidratação da pele durante mais tempo. É isso que vai fazer sua pele ficar mais macia, sedosa e ter menos linhas e rugas.

O DayProof Idealia tem uma textura gel, mas bem fácil de espalhar na pele, não é grudento e seca rápido. Segundo a marca, ele é ideal pra a pele que sofre agressões externas, como do sol, estresse, má alimentação, poluição. E eu mais do que ninguém, sei que alimentação ruim faz mal à pele. Quando eu cuidava mais do que comia, além de pesar menos, não tinha a pele tão oleosa quanto hoje. Imagina uma pessoa com 34 anos que mesmo após tratar com Roacutan ainda tem um pouco de acne adulta? Quem sabe uma hora eu consigo ter força de vontade pra eliminar da alimentação tudo que me faz mal, né? Mas isso é assunto para outro post!

Falando em oleosidade, o Dayproof  não deixa a pele com aparência oleosa e na verdade, ele até controla um pouco isso, pois nos primeiros dias, parece que sua pele fica meio pegajosa, mas com o passar dos dias, o creme vai atuando na pele, deixando ela mais macia e controlando bem o brilho e a oleosidade. É um creme para quem já passou dos 30, não para pessoas mais jovens.

Os ativos do Dayproof da Vichy  :

Kombucha: possui ação antioxidante, prevenindo o envelhecimento da pele;
Aquakeep:  possui propriedades absorventes e hidratantes, de ação imediata;
Óleo de Damasco: confere ação reparadora e remineralizante, este óleo é rico em vitamina A e E, capaz de penetrar os poros e rejuvenescer as células, proporcionando uma pele jovem e luminosa;
Vitamina E: atua como antioxidante protegendo e regenerando as camadas da pele, e promovendo também efeito umectante;
Biosaccharide Gum-1: proporciona maior firmeza para a pele, mantém a hidratação e diminui a irritação causada por outros ativos utilizados nos tratamentos dermatológicos;
Água Termal Vichy:  confere propriedades suavizantes e fortificante

Na minha pele, achei que deixou mais lisa e uniforme, mas foi na testa que notei kais resultado. Eu estava com uma linha querendo se formar e ficar mais grossa, mas aplicando ele diariamente durante uns dois meses, a pele foi ficando mais firme e a aparência mudou bastante, o sulco parece menor. Nem se dá pra notar quase. Botox adiado mais uma vez! Hehehe!

Esse creminho foi enviado pela loja Kutiz (www.kutiz.com.br) pra eu testar e conhecer, mas isso não influi em nada na resenha, como há anos vocês sabem.Aproveito para falar que tem frete grátis lá nas compras acima de R$ 99 e ainda 5% de desconto na compra pelo boleto.

Fica a dica para quem quer retardar os efeitos do tempo!

A importância de sonhar

Durante todos esses 10 anos do blog (completa em Setembro e se tudo der certo, teremos festa!), eu aprendi uma coisa muito importante: que eu devo sonhar. E que por mais doidos que meus sonhos pareçam ou   alguns até simples, eu não devo deixar eles de lado. Um dia eles acontecem ou pode ser que não.

Falo isso porque eu tive uma infância muito simples, estudei em colégio particular porque era bolsista, mas desde nova conhecia coisas bacanas, lugares diferentes, pois eu convivia com quem  fazia coisas que para mim eram sonho naquela época. Não quero me fazer de coitadinha porque não sou, mas quis falar desde o começo pra que entendam onde quero chegar.

Falando sobre o blog, antes mesmo de ter o meu domínio, minha mãe comprava a revista Nova (que na época era boa), e eu lia. Daí sabia que os produtos da Clinique eram bons para meu tipo de pele e achava caros, que não ia dar pra ter. Anos mais tarde, quando a assessoria da marca enviava coisas pra eu testar, eu cheguei a chorar quando peguei a primeira caixa. Minha mãe ainda estava viva e eu lembro de mostrar pra ela com os olhos cheios de lágrima e dizer “olha mãe! Há alguns anos eu só via no papel. Hoje tenho nas minhas mãos”. Naquele dia eu comecei a ver que eu poderia sonhar. Coisas grandes, coisas simples, elas podem vir a acontecer.

Depois, vieram as visitas na Globo, com convite  feito pela emissora, os tratamentos que consegui para minha mãe ter uma vida mais digna até o final, meu primeiro carro (só meu), tudo isso com ajuda deste humilde blog. Parei um pouco de blogar, cuidei do meu pai até o final, fiquei mais gorda do que já  estava, mas decidi cuidar de mim. Cuidei mais deles, porque precisavam, esqueci de mim. Mas fiz porque mereciam e  não mereço estrelinhas por isso.

Hoje sigo realizando meus sonhos, um por um, dos mais simples aos mais diferentes. Lembro de olhar o Globo repórter e ver as reportagens dos cânions e dizer para o meu marido que um dia eu estaria lá. Daí um dia eu fui e tirei essa foto saudando nosso Senhor e agradecendo pelo momento. Conheci o Beto Carrero agora no meu aniver de 34 anos, quando muitos riram e disseram “mas tu ainda não conhecia?“. Não, não conhecia, era meu sonho desde o colégio, só que eu não tinha como ir nos passeios. Resolvi outras prioridades e pela primeira vez pude tirar umas férias 10 dias viajando. Antes nunca foi po$$ível.

 

Quando consigo ir eventos como a Stock Car, que já vou há 4 anos e consigo ficar dentro dos boxes, quando antes só via pela tv, eu acredito em sonho que se torna realidade. Eu queria muito conhecer o Rubens Barrichello, por sua trajetória na F1 e por ter corrido com Schumacher, ter conhecido Ayrton Senna, por tudo que ele representa para o automobilismo brasileiro e mundial. E hoje, 3 vezes ao ano, posso vê-lo de perto, tirar fotos com ele, com outros pilotos  e acompanhar seu trabalho, um pouco mais de perto. Se isso não é fazer sonhos tornarem-se reais, eu nem sei mais o que é.

 

Você pode pensar que eu só falei nas conquistas materiais que queria ter, alguns desses sonhos, mas quem tem vontade de ter essa ou tal coisa,sabe que não importa se é material, seja o que for, mas o que de fato  importa é que queremos realizar nossos sonhos. Trabalho bastante junto com meu marido para que nossos desejos vão  se realizando pouco a pouco. Tem dias que são mais complicados que outros, dias em que eles parecem mais longe do que nunca. Mas nesses dias, eu respiro fundo e vejo tudo de bom que já consegui fazer e que são muito além do que eu teria, vindo da realidade onde fui criada.

Quero construir uma casa nova, meu maior sonho material hoje é uma casa com laje de concreto em cima, ao invés de telhado. Quando eu falo tem gente que ri, que acha “sonho de pobre“. Eu tenho medo de tempestade e sei que isso faria eu me sentir melhor. Sigo tentando juntar dinheiro pra isso, mas em paralelo. Não deixo de viver pra que eu consiga ter essa casa. Devagar eu chego lá.

Seja sonho de pobre, sonho de rico, tendo ou não condição pra fazer, o que importa é sonhar. E o mais importante: nunca deixe, em momento nenhum, que as pessoas destruam os seus sonhos ou que duvidem da sua capacidade de realizar cada um deles. Enquanto os outros se preocupam com os seus sonhos, deixam de viver os sonhos deles.

E como já dizia Xuxa,” é bom sonhar pra ver o mundo mais bonito. É bom sonhar… a esperança existe e nunca vai acabar!“.