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Como eliminar a verruga plantar dos pés

Eu tive verruga plantar desde o final do ano passado até março, por aí. E quem já teve sabe o quanto dói. Tem gente que nem anda por causa do incômodo que elas provocam nos pés. Já usei calotrat, ácidos manipulados, mas foi a minha dermato, Sabrina Dequi Sanvido, que me ajudou a eliminar essa verruga e parar de sentir dor.

Nós íamos cauterizar, mas fiquei com receio de sentir muita dor e pedi pra ela para que tentássemos mais uma alternativa de medicamento e se não funcionasse, aí sim  aceitaria cauterizar. Foi então que ela receitou o Duo Film Plantar, que é uma pomada com ácido salicílico concentrado, que se aplicada só na região da verruga não causa desconforto nenhum. Mas tem que proteger a região ao redor da lesão, pois na pele sem lesões ela pode causar queimaduras.

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A pomada custou R$ 48 na Panvel, aqui no RS, mas foi a melhor coisa que fiz, o melhor gasto sem dúvidas. Levou cerca de uma semana para começar a ressecar a verruga e aos poucos ela foi escurecendo, e depois, com o passar dos dias, eu ia esfoliando, até que um dia ela caiu.  Como ela saiu até com a raiz, ficou uma pequena lesão no local, e eu apliquei pomada mais uns dois dias, e daí sim, ardeu. Mas era só para que a verruga não voltasse.

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Depois, com o passar dos dias, foi criando pele novamente no local e não ficou nem marca, não senti mais nada. Quem já teve, sabe o que é e a dor que eu passei. Quem tiver interesse, olha as fotos do que é no Google, e vale lembrar para andar sempre com meias em ambientes coletivos como piscinas e academias, dentre outros. Acabei sendo contaminada e não sei onde. Isso pode estar em qualquer lugar que entre em contato com seu pé.

Dá pra comprar sem receita, mas como eu fui na dermato, levei no dia. Fica a dica! Tomando os cuidados para não irritar a pele ilesa, não tem como dar errado.

 

Éramos 5. Hoje somos 3.

Este post não é de tristeza, mas sim de reflexão.Como sabem, meu pai esteve doente por um ano e dois meses e entre idas e vindas de hospital, aconteceu que quinta, dia 30/07, ele veio a falecer, em casa, aos 60 anos. Era a última referência da infância que eu tinha. Minha mãe partiu já há 3 anos e eu ainda podia me sentir um pouco criança com aquele frágil senhor que agora eu que trocava as fraldas, junto aos meus irmãos.

Demos comida na boca, remédios e tudo o que foi necessário. Mas ele cumpriu seu ciclo e 3 anos e 6 dias depois que perdi minha mãe, ele se foi. Talvez tenha apenas esperado os 3 anos necessários para poder abrir o túmulo e colocar ele junto de minha mãe. Isso só Deus pode explicar, foge ao meu entendimento.

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Enquanto temos pais participativos, que nos atendem bem em nossas necessidades, mesmo que não precisemos deles de  fato para mais nada material, sabemos que temos um consolo, um local seguro, uma coisa que eu nem sei explicar. Sim, eu sei que nem todos os pais são bons, conheço histórias de arrepiar de famílias por aí. Graças a Deus não é o caso dos meus pais. Foram sempre rígidos, mas nos criaram para o mundo. Não nos deram o peixe, mas ensinaram a pescar. Talvez soubessem que partiriam cedo, por isso resolveram nos ensinar a andar sozinhos.

Ao me despedir de ambos, disse a mesma frase: ” Pode dormir tranquilo e descansado, que ficaremos bem. Nós sabemos nos cuidar e um dia nos encontraremos”.

E  fico pensando que há 3 anos, éramos 5 (meus pais, eu e dois irmãos). Hoje somos apenas 3. Vou dizer que se eu pudesse, faria tudo outra vez. Valeu ter deixado o blog capenga, ter final de semana livre apenas a cada 15 dias, chegar em casa depois de um dia de trabalho e seguir trabalhando, fazer tudo o que fizemos. Eu e meus irmãos fomos incansáveis nos cuidados para dar um final digno ao meu pai. E ele faleceu pertto de nós, como era seu desejo.

E  confesso que não sinto tristeza. Estou com saudades só, porque a consciência tranquila não me deixa sentir tristeza. Os médicos fizeram o que puderam e nós também. Mas Deus sabe a nossa hora.

Bem, a partir de agora, o blog volta ao seu ritmo normal de postagens, volto a participar de eventos e afins. Vida que segue, e eu sigo com meu blog, que foi ideia da minha mãe.

Lá do céu, agora os dos me olham e me cuidam!

Um  beijo,

Pri Von Mühlen

Cuidados Paliativos

Bem, como já devem ter notado, o blog tem andado em ritmo mais lento. Mas ele não vai acabar e nem nada parecido. Como sempre prezei pela total transparência com vocês, queridas leitoras, que me acompanham ao longo desses quase 7 anos de blog, venho explicar o motivo da menor frequência de postagens.

Como sabem, meu pai está acamado faz quase um ano e por conta disso, sofreu várias internações e infecções. Assim sendo, na última internação, que durou 3 meses, ele foi diagnosticado com Sepse (a famosa infecção generalizada)e após diversas tentativas de tratamento sem sucesso, formos informados que meu pai tem pouquíssimo tempo de vida e que a partir de agora terá somente cuidados paliativos, para partir sem dor e sem sofrimento.

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Ele escolheu vir pra casa pra isso, então, eu, meu marido e meus irmãos, nos revezamos para cuidar dele, fazer as coisinhas que ele gosta e comer, essas coisas, para que ele parta em paz, quando for da vontade de Deus. Ele já está com o estado mental bem alterado, tem dias que não nos conhece e passa o dia falando com amigos imaginários e pasme, até mesmo diz conversar  e ver nossos parentes que já faleceram. Eu não sou espírita, nem de religião nenhuma. Sou do bem e acredito em Deus e isso já me basta.

Portanto, continuo blogando, resenhando, mas preciso cuidar dele, afinal, segundo o médico, são apenas dias para que meu pai vá morar lá no céu com a minha  mãe.

E não estou triste, meninas. Fiz tudo o que pude, os médicos também e ver que ele está feliz em sua confusão mental, como poucas vezes esteve na vida, me conforta. Consciência tranquila me faz ter paz neste momento. E isso não tem explicação, apenas sentindo que se entende. É bom ter a paz na consciência.

Sabemos que temos data para ter fim nessa vida, mas apesar de 32 anos, eu ainda não estava preparada para ficar sem mãe e sem pai. Mas que ele tenha paz quando for seu momento e que se junte à minha mãe. Um dia, reencontrarei os dois.

Um beijo grande, paz.

Pri Von Mühlen 

Vale tudo pela Beleza? Até que ponto você vai?

A semana mal havia começado  e já veio toda enxurrada de notícias em cima da saúde da ex-vice Miss Bumbum, Andressa Urach.  Não estamos aqui pra julgar profissão e polêmicas dela mídia afora, mas o caso da moça vale uma boa reflexão.

Me inteirando sobre a vida dela, descobri que ela sempre se detestou por se achar muito magra, ser piada na escola.

Antes e depois: 

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Sonhando em ser famosa e ser bonita, Andressa se sujeitou a muitos procedimentos, conforme o gráfico abaixo,  bem como as fotos acima, extraídos do site Ego.

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Mas e aí, até que ponto vale a pena se submeter a inúmeros processos cirúrgicos, se sujeitar na mão de qualquer médico, utilizar mil substâncias, vários cortes no próprio corpo… Lógico, sou mulher e tem muitas coisas que gostaria de mudar no meu corpo e no rosto.. Queria perder bastante peso, mexer no nariz, seios… Mas tenho muito medo!

Vale  encarar mil mudanças,em nome da vaidade?

Não estamos falando da vida da moça, ou fofocas de sites, mas sim, porque falamos de beleza diariamente por aqui. Se ela é merecedora ou não de qualquer coisa, não cabe a nós julgar, mas sim, ficarmos atentos aos profissionais da saúde que procuramos, conhecer bem o procedimento que podemos fazer.

Na minha opinião, o TUDO PELA BELEZA não vale. E vocês, o que acham disso?

Já fizeram alguma alteração cirúrgica e fariam novamente ou não?

Beijos, Nanda Biazetto