Como escolher o protetor solar?

 


Meninas,como sou leiga no assunto,fui pesquisar uma opinião confiável,segura e especializada.Acabei por encontrar um artigo publicado na Marie Claire que se encaixa perfeitamente na nossa abordagem,achei suuuper interessante e quero compartilhar com vocês….

Qual é o tipo de protetor solar ideal para pele sensível?
‘Os melhores protetores solares para pele sensível são aqueles que contêm somente filtros físicos’, diz a dermatologista Ana Lúcia Récio. Esses produtos se depositam na pele e formam um filme protetor que reflete a radiação solar de uma forma mecânica. Os mais usados são o dióxido de titânio e óxido de zinco, substâncias opacas de pequeno grau alergênico. O único inconveniente é que esses produtos podem deixar a pele com uma aparência esbranquiçada. Como as peles sensíveis têm grande potencial para desenvolver alergias ou irritações, o ideal é seguir a indicação de um dermatologista que, algumas vezes, opta por manipular um produto. Recentemente, a empresa Galena trouxe para o Brasil um filtro solar de proteção UVA, HelioGuard 365, extraído de uma alga vermelha, que promete ser menos irritante. ‘Por ser natural, protege sem agredir a pele, mas o novo ingrediente está disponível apenas para formulações manipuladas’, diz Kélia Resende, farmacêutica do departamento de desenvolvimento técnico da Galena.

Como escolher o fator de proteção solar (FPS)?
A opinião dos dermatologistas é unânime: todas as pessoas têm que usar, no mínimo, FPS 15, inclusive quem tem pele mais morena. A melanina (pigmento que dá cor à pele) é uma proteção natural. Mas a concentração, maior ou menor, desse pigmento não exclui a necessidade do uso de protetor solar. A regra é: quanto mais clara for a pele, mais alto deve ser o FPS. Os dermatologistas garantem que vale a pena investir nos fatores de proteção mais altos, mesmo que as diferenças de proteção não sejam muito grandes -o FPS 15 filtra 93,3% da radiação ultravioleta B, enquanto o FPS 30 evita 96,7%. ‘Ainda não é possível se proteger 100%, porém com valores mais altos se consegue um aumento do espectro de proteção’, diz o dermatologista Humberto Ponzio.

É fundamental se proteger dos dois tipos de raios, UVA e UVB?
Sim. O FPS impresso nos rótulos indica a ação contra os raios UVB, principais responsáveis pelo câncer de pele, cuja intensidade varia de acordo com o horário do dia (é mais alta entre as 10h e 15h) e a estação do ano. ‘Quanto mais acima do nível do mar a pessoa estiver, pior é a radiação UVB. O nível aumenta 2% a cada 300 metros de altitude’, alerta a dermatologista Verônica Tariki. A radiação UVA, constante durante todo o dia, penetra profundamente na pele, danifica as fibras de sustentação dos tecidos e está relacionada ao envelhecimento e também ao câncer de pele. ‘Ainda não existem testes universalmente comprovados para medir o grau de proteção contra a radiação UVA’, diz o dermatologista Bernardo Gontijo. É por esse motivo que, para indicar a presença de filtros UVA, cada empresa adota sistemas diferentes como porcentagem; IPD/IPP; ou apenas comunicando a presença dos filtros.

Qual a quantidade de protetor solar que deve ser usada no corpo?
Não se deve economizar na quantidade de protetor na pele. ‘O ideal é que um frasco de 120 ml dure quatro aplicações’, diz o dermatologista Humberto Ponzio. O correto é aplicar o produto meia hora antes de se expor ao sol e repetir a cada duas horas.

Qual é a melhor maneira de proteger a área dos olhos?
‘Temos que tomar cuidado com a área dos olhos, pois os protetores solares podem promover irritações oculares que, eventualmente, evoluem para conjuntivites químicas. Podemos passar na região, longe do tarso (arco endurecido sob os cílios inferiores), uma camada fina do mesmo protetor usado para o rosto’, diz o dermatologista José Carlos Greco. Algumas marcas têm produtos específicos para essa região (Sun Protection Eye Cream SPF 15, Shiseido, R$ 127). Para reforçar a proteção, é fundamental usar óculos escuros com lentes apropriadas para filtrar os raios ultravioleta.

Se o protetor solar for usado corretamente, é possível passar o dia na praia ou na piscina sem prejudicar a pele?
‘Um bronzeado saudável deve ser lento e progressivo. Passar o dia inteiro exposto ao sol deixará a pele queimada, e não bronzeada. É preciso estimular os melanócitos (células que produzem a melanina, pigmento que dá cor à pele) aos poucos, dependendo do tom de pele. Quanto mais clara, menor deve ser o período de exposição diária’, explica a dermatologista Verônica Tariki. Se a pessoa estiver na praia durante os horários de pico (entre as 10h e 15h) é preciso se proteger na sombra. ‘Para não errar, vale lembrar a ‘lei da sombra’: fique de costas para o sol e, se a sua sombra estiver do seu tamanho ou menor, saia do sol. Se estiver maior, pode se expor’, ensina o dermatologista José Carlos Greco.

Existem novas maneiras de minimizar os efeitos da radiação solar?
Os protetores solares ganham, a cada estação, fórmulas mais potentes e enriquecidas com ingredientes antioxidantes, como licopeno (da mesma família do betacaroteno) e vitaminas. Alguns dermatologistas também formulam cremes hidratantes pós-sol com betacaroteno, vitaminas C e E. ‘Para aumentar a capacidade de defesa da pele, também podem ser receitadas cápsulas com essa combinação’, comenta o dermatologista José Carlos Greco. Em casa, é possível garantir uma dose extra de antioxidantes e vitaminas consumindo frutas e legumes ricos em betacaroteno (laranja, beterraba, cenoura, mamão, etc).

*Artigo publicado no Site da Revista Marie Claire

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